O Centro de Empreendedorismo da Universidade Federal de Sergipe (UFS) realizou nesta terça-feira, 25, o Fórum das Empresas Juniores, com o objetivo de promover o desenvolvimento acadêmico e econômico em uma troca de experiências e aproximação entre empreendedores juniores e seniores.
No evento, foram apresentados os serviços oferecidos pelas 28 empresas juniores da instituição, que é o maior polo do setor do estado e o segundo do Nordeste. As especialidades são as mais diversas e vão de administração, economia, a arquitetura, engenharias, zootecnia e outros.
Para a coordenadora do Centro de Empreendedorismo da UFS (CEMP-UFS), Jucileia Morais, a interação representa um ganho mútuo. “É extremamente necessária essa conexão para que empresários, que poderão ser futuros clientes, conheçam o serviço das empresas juniores e entendam que é um movimento muito sério, que pode oferecer bons serviços. É uma forma de estarmos investindo no futuro, porque esses empresários juniores serão futuros líderes”, disse.
A estudante do curso de Administração (DAD/UFS) e presidente da Federação Sergipana de Empresas Juniores (Serjúnior), Rebeca Garcia, ressalta a capacidade e o reconhecimento dos serviços ofertados. “A gente desenvolve serviços com um preço competitivo, com a qualidade excepcional, que já impressionou empresas locais, multinacionais e até internacionais”.

O reitor da UFS, Valter Santana, esteve presente no evento e destacou a importância da prática aliada à teoria na rotina acadêmica. “A universidade tem que entender que o processo de formação tem que perpassar a sala de aula, ofertar condições para que nossos alunos tenham experiências aqui dentro que qualifiquem e mudem seu mindset, aperfeiçoem a forma e, principalmente, mostre o caminho para o sucesso, para o futuro”, enfatizou.
“É daqui que vai sair a força de trabalho. A gente precisa ter esse conhecimento, que está cada vez mais vivo. A gente vem sempre tentando entender e aproximar a universidade do mundo produtivo”, reforçou.
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